Comer, Orar, Amar


"Às vezes, perder o
equilíbrio por amor......faz parte de viver a vida em equilíbrio.

No fim, comecei a acreditar numa coisa que chamo "física da busca".
Uma força da natureza governada por leis tão verdadeiras quanto a lei da gravidade.
A regra da "física da busca" é assim:
Se tiveres a coragem de largar tudo o que é familiar e confortante, que pode ser a tua casa
ou arrependimentos, e sair numa busca da verdade, seja ela interna ou externa...
Se considerares uma dica tudo o que acontecer na jornada, e aceitares todos os que conheces como um professor....
E se estiveres preparada para enfrentar e perdoar realidades difíceis sobre ti mesma

...a verdade não te vai ser retirada."

Andava há que tempos para ir ver o "Comer, Orar, Amar". Desde que vi na Oprah falarem sobre este filme que me deu uma vontade imensa de o ver (e nessa altura ainda não tinha saído nos cinemas). Hoje consegui!
Só pelo grande tema em si me fascinou desde o 1º minuto, é a história de uma mulher que se farta da vida que tem, e decide tirar um ano e ir conhecer o mundo e se encontrar! E foi conhecer Itália (Roma), Índia (que eu tenho mesmo que conhecer um dia, porque acho lindo lindo) e Bali, por ultimo.
Isto levou-me a pensar em como é importante sentirmo-nos equilibrados, para podermos ser alento para os outros.
Pensei também, que a sociedade é que nos impõe tantas regras que em parte nos tira a liberdade.
À partida, seria impossível alguém deixar hoje, o emprego que tinha, deixar os seus impostos e tudo o que mais advém, para ir fazer uma viagem destas. A sociedade não nos dispõe tempo para nós mesmos, pelo contrário - exige de nós. Por vezes temos que dar o que temos e o que não temos.
Não se ouve ninguém dizer: Não estás bem contigo mesmo? Não te sentes capaz de te entregar aos outros? Então deixa o que tens, tira um tempo para te encontrares.
É precisamente ao contrário: Não estás bem contigo mesmo? Não te sentes capaz de te entregar aos outros? Meu amigo, tenho muita pena...mas a vida continua.
À medida que crescemos as regras vão aumentando. Claro que não defendo uma sociedade sem regras, isso seria a selva, mas algo que nos permitisse ser quem somos, ir ao fundo de nós.
Vendo bem, é estúpido tantas vezes não podermos deixar tudo para trás só porque a nossa vida confortável é onde estamos!

Bem, mais não digo...
O filme acaba com o texto acima. São as conclusões que a protagonista tira!

Por favor, vejam este filme! :)

P.s.- Eu gostei tanto que acho que agora vou ler o livro! :P

4 comentários:

Catarina disse...

A frase inicial é tão verdadeira :) Fiquei com muita vontade de ir ver esse filme, obrigada pela sugestão ;)

beijinhos

Catarina disse...

ruin is the road to transformation...se não fosse a ruina não estaria em italia...

Guilherme disse...

Olá Rita! Estava pesquisando na internet sobre o filme "Comer, Rezar, Amar" e acabei entrando no seu Blog. Então, não posso deixar de parabenizar você pela qualidade dos contéudos postados no Blog.

Grande Abraço,
Guilherme
Londrina,Brasil

Rita disse...

Obrigada Guilherme! Que bom saber que sou lida do outro lado do mundo!

Beijinho :)
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